Olá, estranha,

Como vai você?

Cheia de novidades, suponho. Mais de três anos se passaram. Reparou?

Encontrei sua família na rua dia desses. Fiquei feliz em vê-los. É sempre bom ter notícias de velhos amigos.

Na verdade, até nos dias em que te avistei de relance por aí, me senti bem. É reconfortante saber que você está ok, que sobrevive. Eu também, obrigada, caso queira saber.

Onde foi mesmo que a gente se perdeu? Continuar lendo

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Hoje passei por aquele lugar onde prometi voltar só se fosse ao seu lado e pensei em parar. É meu lugar preferido na cidade. E, como todos os outros, me lembra você.

É segredo. Mas, desde que você surgiu na minha história – e muito pouco permaneceu – cada esboço das esquinas que o Planalto Central não tem são uma saudade de nós. Continuar lendo

encanto

Não estava nos meus planos encontrar você assim, de última hora. E, quando te encontrei, não estava na minha coragem romper a fase dos dois ou três olhares e tentar qualquer aproximação.

Não sei, acho que, mesmo sem saber, você acredita no amor mais do que eu. Alguém tinha que fazer isso por nós. Ou, sei lá, vai ver é verdade que essa sua ousadia não passa de teimosia e eu estou aqui, fantasiando sozinha um romance desses bonitos de se contar por aí, aos quatro ventos, igual aos de contos de fadas. Um romance que a gente nem vai viver. Mas que é bom só de pensar. Continuar lendo