madrugada

Não sei qual é meu problema. Toda noite de programações vazias e pouco excitantes – ou mesmo nas mais conturbadas, só que você não precisa saber disso –, minha boca sussura para minhas mãos que elas agarrem o telefone. Os dedos discam, compulsivos, aquela sequência numérica que me transmite até você.

Os olhos esperam apreensivos qualquer sinal da sua voz. Quando você, enfim, atende, os ouvidos suspiram aliviados.

É que meu corpo inteiro quer o teu. Continuar lendo

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